Pular para o conteúdo
VitrineVitrine
Entrar

Afonso Pedro de Alcântara de Bragança

Rio de Janeiro, 23 fev. de 1845 – Quinta da Boa Vista, 11 jun. de 1847

8 fatos3 fontes

Animado por IA

Fatos e suas fontes

Uma vida no tempo

  1. 23 fev. de 1845

    Nasce em Rio de Janeiro

  2. 11 jun. de 1847

    Morre em Quinta da Boa Vista, aos 2 anos

Durante a vida dele

História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.

Os anos 1840 · Afonso nasce em Rio de Janeiro

Quem governava

Como as pessoas se vestiam

Trajes de festa e celebrações religiosas

Durante os dias de festas religiosas, homens e mulheres de todas as classes sociais vestiam-se com suas melhores roupas, sendo comum o uso do branco pelas mulheres e de flores naturais nos cabelos. Em 1843, um traje masculino formal para a Festa de Nazaré em Belém incluía calças de casemira cor flor de alecrim, sobrecasaca verde e colete de grodenaple branco.

Dia a dia

Falta de água encanada e esgoto

Mesmo nas casas dos mais ricos, não havia água encanada nem esgoto; a água era carregada por escravizados de chafarizes ou riachos, enquanto os detritos eram frequentemente jogados na rua.

No noticiário1843

Introdução dos Selos Postais

O governo imperial introduziu o uso de selos postais, começando com a série Olho-de-Boi. Essa modernização tornou o envio de cartas e a comunicação através do vasto território mais estruturada.

Música

Danças populares e instrumentos únicos

O jongo era uma dança vigorosa realizada por negros em círculos com sapateado rítmico, enquanto os caquinhos, um instrumento não convencional feito de cacos de cerâmica ou metal, acompanhavam lundus e outras canções.

À mesa

A carne de porco como principal proteína

A carne de porco era a proteína mais consumida em todas as classes sociais, e os açougues no Rio de Janeiro eram abastecidos duas vezes ao dia, de manhã cedo e no final da tarde.

No mundo1844

O telégrafo

A linha de Samuel Morse enviou “What hath God wrought” de Washington a Baltimore; as notícias passaram a correr mais que os cavalos.

Como se viajava

Taxas de fiscalização pagas em réis

Caravanas que cruzavam entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro pagavam taxas de 250 a 370 réis por mula para passar pelos pontos de fiscalização.