Adriano Sergio de Braganca van Uden
Nasceu em 9 abr. de 1946
6 fatos1 fonte
Pessoa viva. A família vê apenas o nome, as datas e a foto; todo o resto fica privado, a menos que a pessoa decida compartilhar.
Fatos e suas fontes
- Nasceu9 abr. de 1946Considerado verificado1 fonte
Uma vida no tempo
9 abr. de 1946
Nasceu
1978–1985
Nascem 3 filhos
Família
Ver a árvorePais
Cônjuge
Filhos · 3
Durante a vida dele
Ele já viveu 9 décadas. Escolha uma para ouvir e ver como era a vida.
História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.
Os anos 1940 · Adriano nasce
Quem governava
- Óscar Carmona(abre em uma nova aba)
Presidente da República Portuguesa, 1926–1951 · República Portuguesa
- António de Oliveira Salazar(abre em uma nova aba)
Primeiro-Ministro de Portugal, 1932–1968 · República Portuguesa
Música
Duelos de Canto Improvisado: Desgarrada
Na desgarrada, os cantores improvisavam versos rimados um contra o outro, enquanto um tocador de concertina mantinha o ritmo e marcava as pausas para a próxima resposta espirituosa.
À mesa
Racionamento de guerra e refeições na fábrica
Durante a década de 1940, a escassez de alimentos levou ao racionamento de bens essenciais como o bacalhau, o azeite e o açúcar, através de senhas trimestrais. Os operários levavam frequentemente as suas refeições em marmitas de alumínio para a fábrica, aquecendo-as com álcool contido em latas de graxa.
Notícias e cartas
Uso da rádio sob censura e escassez
Muitos portugueses faziam sacrifícios pessoais para aceder à rádio, que era essencial para as notícias devido à censura apertada da imprensa.
No mundo · 1939–1945A Segunda Guerra Mundial. A guerra mais mortal da história, de 1939 a 1945: cerca de 70 milhões de pessoas morreram. O Brasil mandou 25 mil soldados lutar na Itália.
Como as pessoas se vestiam
Barretes usados como armazenamento
Os pescadores utilizavam os seus barretes de lã como armazenamento prático para tabaco, mortalhas e fósforos.
Dia a dia
Falta de infraestruturas básicas nas casas
Nas zonas rurais, muitas casas não tinham água canalizada, eletricidade nem casas de banho, sendo comum utilizar buracos no chão para as necessidades. Cozinhava-se habitualmente em lume de chão sem chaminés, deixando as paredes enegrecidas pelo fumo.
Trabalho
Dificuldades para crianças trabalhadoras e domésticas
Crianças que trabalhavam na indústria vidreira ganhavam apenas 11 escudos por semana e tinham três vezes mais probabilidade de se ferir do que os adultos. As meninas, começando muitas vezes a trabalhar aos nove anos, frequentemente não recebiam dinheiro, apenas refeições em troca das suas longas horas de serviço doméstico.