Na Europa1845–1852
A Grande Fome na Irlanda
Uma praga destruiu as batatas: um milhão de irlandeses morreram e outro milhão emigrou, muitos para a América.
3 fev. de 1851 – 3 fev. de 1851
8 fatos1 fonte
3 fev. de 1851
Nasceu
3 fev. de 1851
Morre aos 0 anos
História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.
Quem governava
monarca de Portugal, 1834–1853 · Reino de Portugal
Música
Instrumentos comuns em casas rurais
No Minho rural, era raro encontrar uma casa sem uma viola ou um cavaquinho, e por vezes uma harmónica, que mais tarde passou a ser chamada de concertina. Festas espontâneas surgiam frequentemente quando alguém começava a tocar estes instrumentos.
À mesa
Hábitos de consumo de carne de porco e pão
A carne de porco era a principal carne na dieta rural, conservada pelo sal ou pela fumaça na chaminé. O pão de trigo era considerado um luxo e reservado tipicamente apenas para dias de festa.
Na Europa1845–1852
Uma praga destruiu as batatas: um milhão de irlandeses morreram e outro milhão emigrou, muitos para a América.
Dia a dia
Reformas do ensino primário para crianças
Durante este período, o estado tornou o ensino primário obrigatório nos primeiros três anos, com um quarto ano opcional, e trabalhou para criar novas escolas primárias por todo o país. Contudo, muitas crianças, especialmente as de famílias mais pobres, trabalhavam frequentemente muitas horas em fábricas ou em tarefas agrícolas em vez de frequentarem a escola.
Como as pessoas se vestiam
Vestuário de Herança dos Pescadores Litorais
Os pescadores da Beira Litoral vestiam no trabalho largas ceroulas de linho e barrete de lã, reservando a jaqueta para o frio. O vestuário de domingo ou de cerimónia, incluindo calções e sapatos com fivelas de prata, era passado de pais para filhos como uma valiosa herança familiar.
Como se viajava
Aluguer de Mulas e Arrieiros
Os viajantes montavam frequentemente mulas, pagando até 12 tostões por dia; esperava-se que o arrieiro recebesse 240 réis por dia, além da sua alimentação.
Quanto custava
Preço da entrada no Palácio de Cristal
Enquanto a burguesia desfrutava do lazer aos domingos, aqueles que podiam pagar a entrada desembolsavam 50 réis para visitar o Palácio de Cristal no Porto.