D. João V
Lisboa, 22 out. de 1689 – Lisboa, 31 jul. de 1750
12 fatos3 fontes
Fatos e suas fontes
- Nasceu22 out. de 1689, Lisboanão verificada1 fonte
- TítuloGrão-Mestre da Ordem da Torre e Espadaou monarca de Portugal, 1706–1750não verificada1 fonte
- Títulomonarca de Portugal, 1706–1750ou Grão-Mestre da Ordem da Torre e Espadanão verificada1 fonte
- Faleceu31 jul. de 1750, Lisboanão verificada1 fonte
Uma vida no tempo
22 out. de 1689
Nasce em Lisboa
1706–1750
Monarca de Portugal
1711–1731
Nascem 10 filhos
31 jul. de 1750
Morre em Lisboa, aos 60 anos
Família
Ver a árvorePais
Cônjuge
Filhos · 10
Durante a vida dele
Ele viveu 8 décadas. Escolha uma para ouvir e ver como era a vida em Lisboa.
História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.
Os anos 1680 · D. nasce em Lisboa
Quem governava
- Pedro II de Portugal(abre em uma nova aba)
monarca de Portugal, 1683–1706 · Reino de Portugal
Como se viajava
Caos de trânsito nas ruas de Lisboa
Em Lisboa, no final do século XVII, os coches eram artigos de luxo que causavam congestionamentos severos nas ruas medievais estreitas, provocando disputas violentas entre passageiros da elite. Devido ao seu tamanho e à topografia da cidade, as liteiras e cadeirinhas continuaram a ser o meio de transporte preferido da nobreza.
Quanto custava
Níveis de vida em queda nos anos 1600
Durante o século XVII, os níveis de vida tanto de trabalhadores qualificados como indiferenciados em cidades como Lisboa e Coimbra caíram, colocando Portugal entre os países europeus com níveis de vida em declínio na época.
Como as pessoas se vestiam
Ostentação de estatuto nos guarda-roupas mercantis
Durante este período, os mercadores selecionavam cuidadosamente os seus guarda-roupas para projetar estatuto, documentando frequentemente peças caras como vestidos de seda ou calções de veludo nos seus inventários, enquanto omitiam o vestuário diário comum. Símbolos de riqueza e posição social incluíam peças como uma capa feminina de cor encarnada avaliada em 12.000 réis ou um fato de pano fino custando 10.000 réis.
Dia a dia
Utensílios de Cozinha e Custos
Enquanto os potes de cerâmica eram comuns e custavam cerca de 5 réis cada, os potes de metal eram considerados itens caros. Famílias pobres frequentemente dependiam de lareiras simples para cozinhar, pois lareiras especializadas eram comparativamente raras no clima português.
Trabalho
Encargos do dízimo e reservas de pão da Igreja
Os lavradores eram obrigados a entregar cerca de dez por cento da sua produção à Igreja, muitas vezes gerida por comendadores locais que vendiam os rendimentos em dinheiro, independentemente das necessidades dos povos. Este encargo era tão significativo que, em tempos de carestia, a comunidade dependia muitas vezes das reservas de pão da Igreja para sobreviver ou para empréstimos de sementes.
Música
Música de dança doméstica para amadores
Amadores abastados em contextos domésticos tocavam música de dança de estilo francês, adaptada para instrumentos como o teclado, guitarra, alaúde e harpa. Estes arranjos eram frequentemente facilitados pela circulação de partituras simplificadas.
À mesa
Dieta diária de um trabalhador rural
Um trabalhador rural do século XVII consumia tipicamente até 1 quilograma de pão por dia, acompanhado por caldo, vegetais, pequenas quantidades de carne ou peixe e grandes quantidades de vinho.