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Ana de Jesus Maria de Mendoça Rolim de Moura Barreto

Lisboa, 12 abr. de 1854 – 25 jul. de 1922

7 fatos1 fonte

Fatos e suas fontes

Uma vida no tempo

  1. 12 abr. de 1854

    Nasce em Lisboa

  2. 25 jul. de 1922

    Morre aos 68 anos

Durante a vida dela

Ela viveu 8 décadas. Escolha uma para ouvir e ver como era a vida em Lisboa.

História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.

Os anos 1850 · Ana nasce em Lisboa

Quem governava

Música

Música nas procissões religiosas

As procissões religiosas eram grandes eventos sociais e musicais onde bandas filarmónicas atuavam, frequentemente passando para música secular e marchas populares após o fim da cerimónia. Estas procissões, como as do Corpo de Deus, eram partes vitais do espírito folclórico nacional.

À mesa

Dieta rural comum e refeições partilhadas

Famílias rurais comuns comiam frequentemente de um prato de barro grande e partilhado que continha vegetais e batatas, muitas vezes temperados com um fio de azeite, unto ou sardinha de barrica. A broa de milho era um alimento base consumido diariamente e frequentemente mantido fresco durante uma semana.

Na Europa1845–1852

A Grande Fome na Irlanda

Uma praga destruiu as batatas: um milhão de irlandeses morreram e outro milhão emigrou, muitos para a América.

Dia a dia

Bases da cozinha e alimentação

As pessoas comuns cozinhavam as refeições em lume de chão, muitas vezes usando três pedras ou lareiras básicas sem chaminés, enquanto a água geralmente não era canalizada para as casas. A dieta dos trabalhadores era simples, consistindo principalmente em pão, legumes, toucinho e ocasionalmente sardinhas ou bacalhau.

Como as pessoas se vestiam

Vestuário de Herança dos Pescadores Litorais

Os pescadores da Beira Litoral vestiam no trabalho largas ceroulas de linho e barrete de lã, reservando a jaqueta para o frio. O vestuário de domingo ou de cerimónia, incluindo calções e sapatos com fivelas de prata, era passado de pais para filhos como uma valiosa herança familiar.

Como se viajava

Aluguer de Mulas e Arrieiros

Os viajantes montavam frequentemente mulas, pagando até 12 tostões por dia; esperava-se que o arrieiro recebesse 240 réis por dia, além da sua alimentação.

Quanto custava

Preço da entrada no Palácio de Cristal

Enquanto a burguesia desfrutava do lazer aos domingos, aqueles que podiam pagar a entrada desembolsavam 50 réis para visitar o Palácio de Cristal no Porto.