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Adriano Sergio de Braganca van Uden

Nasceu em 9 abr. de 1946

6 fatos1 fonte

Pessoa viva. A família vê apenas o nome, as datas e a foto; todo o resto fica privado, a menos que a pessoa decida compartilhar.

Fatos e suas fontes

Uma vida no tempo

  1. 9 abr. de 1946

    Nasceu

  2. 1978–1985

    Nascem 3 filhos

Durante a vida dele

Ele já viveu 9 décadas. Escolha uma para ouvir e ver como era a vida.

História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.

Os anos 1940 · Adriano nasce

Quem governava

Música

Concertina: O Coração das Festas do Norte

A concertina, um pequeno acordeão diatónico, tornou-se o instrumento essencial para festas populares, romarias e danças, particularmente no noroeste de Portugal.

À mesa

Sardinha partilhada e dietas à base de pão

As famílias comuns dependiam de pão, batatas e sopas de hortaliças, sendo a carne e o peixe reservados para ocasiões especiais ou consumidos em porções minúsculas e partilhadas. Era comum uma única sardinha ser dividida por três pessoas, e as famílias pobres das zonas rurais dependiam frequentemente de produtos sazonais de pequenas hortas.

Notícias e cartas

Transição para sistemas telefónicos automáticos

A partir de 1930, foram instaladas centrais telefónicas automáticas, substituindo as telefonistas que anteriormente geriam as ligações vocais.

A Segunda Guerra Mundial. A guerra mais mortal da história, de 1939 a 1945: cerca de 70 milhões de pessoas morreram. O Brasil mandou 25 mil soldados lutar na Itália.No mundo · 1939–1945

A Segunda Guerra Mundial. A guerra mais mortal da história, de 1939 a 1945: cerca de 70 milhões de pessoas morreram. O Brasil mandou 25 mil soldados lutar na Itália.

Chief Photographer's Mate (CPHoM) Robert F. Sargent · domínio público

Como as pessoas se vestiam

Barretes usados como armazenamento

Os pescadores utilizavam os seus barretes de lã como armazenamento prático para tabaco, mortalhas e fósforos.

Dia a dia

Falta de infraestruturas básicas nas casas

Nas zonas rurais, muitas casas não tinham água canalizada, eletricidade nem casas de banho, sendo comum utilizar buracos no chão para as necessidades. Cozinhava-se habitualmente em lume de chão sem chaminés, deixando as paredes enegrecidas pelo fumo.

Trabalho

Trabalho nas conservas ditado por sirenes

As mulheres na indústria de conservas de sardinha viviam ao som das sirenes das fábricas, correndo para o trabalho a qualquer hora do dia ou da noite, sempre que os barcos de pesca chegavam. Frequentemente trabalhavam 14 a 16 horas por dia sem horários fixos, permanecendo de pé para limpar, filetar e embalar o peixe manualmente com uma rapidez meticulosa.