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Infanta Maria da Glória of Portugal

3 fev. de 1851 – 3 fev. de 1851

8 fatos1 fonte

Fatos e suas fontes

  • Nasceu3 fev. de 1851não verificada1 fonte
  • EventoFalecido no dia de nascimentonão verificada1 fonte
  • Faleceu3 fev. de 1851não verificada1 fonte
  • PaiFernando II de Portugalnão verificada1 fonte
  • MãeMaria II de Portugalnão verificada1 fonte

Uma vida no tempo

  1. 3 fev. de 1851

    Nasceu

  2. 3 fev. de 1851

    Morre aos 0 anos

Durante a vida dela

História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.

Os anos 1850 · Infanta nasce

Quem governava

Música

Música nas procissões religiosas

As procissões religiosas eram grandes eventos sociais e musicais onde bandas filarmónicas atuavam, frequentemente passando para música secular e marchas populares após o fim da cerimónia. Estas procissões, como as do Corpo de Deus, eram partes vitais do espírito folclórico nacional.

À mesa

Hábitos de consumo de carne de porco e pão

A carne de porco era a principal carne na dieta rural, conservada pelo sal ou pela fumaça na chaminé. O pão de trigo era considerado um luxo e reservado tipicamente apenas para dias de festa.

Na Europa1845–1852

A Grande Fome na Irlanda

Uma praga destruiu as batatas: um milhão de irlandeses morreram e outro milhão emigrou, muitos para a América.

Dia a dia

Bases da cozinha e alimentação

As pessoas comuns cozinhavam as refeições em lume de chão, muitas vezes usando três pedras ou lareiras básicas sem chaminés, enquanto a água geralmente não era canalizada para as casas. A dieta dos trabalhadores era simples, consistindo principalmente em pão, legumes, toucinho e ocasionalmente sardinhas ou bacalhau.

Como as pessoas se vestiam

Vestuário de Herança dos Pescadores Litorais

Os pescadores da Beira Litoral vestiam no trabalho largas ceroulas de linho e barrete de lã, reservando a jaqueta para o frio. O vestuário de domingo ou de cerimónia, incluindo calções e sapatos com fivelas de prata, era passado de pais para filhos como uma valiosa herança familiar.

Como se viajava

Aluguer de Mulas e Arrieiros

Os viajantes montavam frequentemente mulas, pagando até 12 tostões por dia; esperava-se que o arrieiro recebesse 240 réis por dia, além da sua alimentação.

Quanto custava

Baixos salários de operários no Porto

No Porto, os operários fabris recebiam, em média, 420 réis por dia no final do século XIX, enquanto as operárias jovens recebiam muitas vezes apenas cerca de 40 réis, um valor que não dava para comprar um quilo de pão.