No mundo1844
O telégrafo
A linha de Samuel Morse enviou “What hath God wrought” de Washington a Baltimore; as notícias passaram a correr mais que os cavalos.
Rio de Janeiro, 29 jul. de 1846 – Castelo d'Eu, 14 nov. de 1921
11 fatos3 fontes
A família de Isabel a situa entre as últimas gerações da casa imperial brasileira: era filha de Pedro II e Teresa Cristina das Duas Sicílias. O acervo registra seu nascimento no Rio de Janeiro, em 29 de julho de 1846. 1Pai ou mãe · Pedro II do Brasil · Confirmado2Pai ou mãe · Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias · Confirmado3Nascimento · 29 jul. de 1846, Rio de Janeiro · Provável
O resumo biográfico do acervo a identifica como princesa imperial e herdeira presuntiva, e registra três períodos de regência. Associa uma dessas regências à assinatura da Lei Áurea, que aboliu a escravidão no Brasil. Esse relato vem dos resumos enciclopédicos citados no acervo. 4Conhecido(a) por · Isabel do Brasil, cognominada "a Redentora", foi a Princesa Imperial e herdeira presuntiva ao trono do Império do Brasil, que serviu como regente do Império em três ocasiões diferentes — numa delas, assinou a Lei Áurea, que declarou extinta a escravidão no Brasil. Era a filha mais velha do imperador D. Pedro II e da imperatriz D. · Provável
Os registros de títulos incluem também um título senatorial entre 1871 e 1889. Sua união registrada foi com o príncipe Gastão, Conde de Eu. O acervo situa sua morte no Château d’Eu, na França, em 14 de novembro de 1921, levando o relato do nascimento no Brasil ao último lugar registrado em sua vida. 5Título · senador do Brasil, 1871–1889 · Confirmado6União · Gastão de Orléans, Conde d'Eu · Confirmado7Falecimento · 14 nov. de 1921, Castelo d'Eu · Provável
Texto elaborado com auxílio de IA e editado com base no acervo. Abra uma citação para ver o registro, suas fontes e o grau de certeza.
1846–1889
Príncipe Imperial do Brasil
29 jul. de 1846
Nasce em Rio de Janeiro
1871–1889
Senador do Brasil
1875–1881
Nascem 3 filhos
14 nov. de 1921
Morre em Castelo d'Eu, aos 75 anos
Ela viveu 9 décadas. Escolha uma para ouvir e ver como era a vida em Rio de Janeiro.
História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.
Quem governava
Imperador do Brasil, 1831–1889 · Império do Brasil
No mundo1844
A linha de Samuel Morse enviou “What hath God wrought” de Washington a Baltimore; as notícias passaram a correr mais que os cavalos.
Como se viajava
Taxas de fiscalização pagas em réis
Caravanas que cruzavam entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro pagavam taxas de 250 a 370 réis por mula para passar pelos pontos de fiscalização.
No noticiário1843
O governo imperial introduziu o uso de selos postais, começando com a série Olho-de-Boi. Essa modernização tornou o envio de cartas e a comunicação através do vasto território mais estruturada.
Como as pessoas se vestiam
Vestimenta cotidiana de crianças e trabalhadores
As crianças frequentemente andavam completamente nuas nos primeiros anos de vida, enquanto mulheres escravizadas que trabalhavam na lavoura ou como operárias muitas vezes vestiam apenas uma camisa simples. Em ambientes urbanos, meninas começavam a usar saias por volta dos 6 aos 11 anos, com estilos que variavam de acordo com o status social.
Dia a dia
Falta de água encanada e esgoto
Mesmo nas casas dos mais ricos, não havia água encanada nem esgoto; a água era carregada por escravizados de chafarizes ou riachos, enquanto os detritos eram frequentemente jogados na rua.
No noticiário1848
O decreto de 1848 que aboliu a escravidão em todas as colônias francesas mudou fundamentalmente a vida das pessoas escravizadas.
Música
Danças populares e instrumentos únicos
O jongo era uma dança vigorosa realizada por negros em círculos com sapateado rítmico, enquanto os caquinhos, um instrumento não convencional feito de cacos de cerâmica ou metal, acompanhavam lundus e outras canções.