Carlota Sofia de Bothmer
Haia, 21 out. de 1697 – Erbach, 14 set. de 1748
8 fatos1 fonte
Fatos e suas fontes
- Nasceu21 out. de 1697, Haianão verificada1 fonte
- Faleceu14 set. de 1748, Erbachnão verificada1 fonte
Uma vida no tempo
21 out. de 1697
Nasce em Haia
18 mar. de 1722
Nasce um filho
14 set. de 1748
Morre em Erbach, aos 50 anos
Família
Ver a árvoreDurante a vida dela
Ela viveu 6 décadas. Escolha uma para ouvir e ver como era a vida em Haia.
História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.
Os anos 1690 · Carlota nasce em Haia
Como as pessoas se vestiam
A capa com capuz Tiphoike
A Tiphoike era uma capa preta distinta com capuz, usada sobre a cabeça, que funcionava como um símbolo de status, com seu comprimento e ornamentos variando conforme a classe social.
Dia a dia
Escolaridade sazonal e limitada
Não havia escolaridade obrigatória geral, e as crianças frequentavam a escola apenas durante os meses de inverno, pois sua mão de obra era necessária para o trabalho agrícola no verão. O ensino focava principalmente em memorizar a Bíblia e aprender a rezar, com ensino limitado de leitura e escrita.
Trabalho
Fatos memoráveis: salários e quotas
Servas frequentemente recebiam salários muito baixos; uma lista de 1631 mostra que elas ganhavam cerca de 3,8 florins anualmente, apenas 42 por cento do salário médio de um servo homem. Além disso, os serviços compulsórios incluíam quotas específicas, como a exigência de que as mulheres fiassem 6 libras de linho por ano.
Música
Casamento em Weseke: dança exigia violino
Em Weseke, um registro de 1662 chama um músico local de “Fidicen” (tocador de violino), cuja música dava ritmo às festividades, e as celebrações de casamento não ficavam completas sem dança.
À mesa
Mingau era a principal refeição quente
Mingau de aveia ou milho era a refeição quente mais importante, frequentemente preparado em grandes quantidades e reaquecido, o que lhe conferia uma consistência firme e semi-sólida. As pessoas costumavam comer diretamente de uma tigela comum no centro da mesa, usando as mãos ou uma colher de madeira.
Como se viajava
Transporte fluvial no Danúbio
A viagem por água era vital, com barcos de carga como o Ordinari a navegar semanalmente de Regensburg para Viena, uma viagem de 450 quilómetros que demorava pelo menos uma semana. Embora a viagem a jusante fosse mais rápida, as viagens a montante exigiam muito trabalho, muitas vezes necessitando de cavalos para rebocar os barcos.
Quanto custava
Salários semanais de trabalhadores e artesãos
Um trabalhador braçal no século XVII ganhava normalmente 6,50 florins por semana, enquanto um mestre carpinteiro ganhava 9 florins por semana.