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Pedro Maurício Correia Henriques

1846

8 fatos2 fontes

Fatos e suas fontes

Uma vida no tempo

  1. 1846

    Nasceu

Durante a vida dele

Ele viveu 11 décadas. Escolha uma para ouvir e ver como era a vida.

História geral, não um registro sobre a família: cada item diz de onde vem.

Os anos 1840 · Pedro nasce

Quem governava

Como as pessoas se vestiam

Fatos de festa herdados pelos pescadores

Os pescadores da Beira Litoral usavam, em dias de festa, fatos passados de geração em geração, que incluíam casacos e coletes do tempo do Marquês de Pombal, calções e sapatos com grandes fivelas de prata. Quem não possuía este traje, servia-se por empréstimo de amigos ou familiares.

Dia a dia

Instalações limitadas de água, higiene e cozinha

As habitações comuns não tinham água canalizada ou saneamento, dependendo muitas vezes de métodos dispendiosos ou difíceis de recolha de água; a higiene era rudimentar e muitas casas urbanas eram ocupadas por várias famílias. O aquecimento e a iluminação eram limitados e, em muitas casas populares, cozinhava-se sobre três pedras em vez de fogões.

No noticiário1846

Revolta da Maria da Fonte (1846)

As revoltas da Maria da Fonte eclodiram em 1846 devido a novos impostos e leis de saúde, provocando guerra civil e agitação social entre o campesinato.

Música

Música na capela real

Na capela real, os organistas por vezes tocavam árias consideradas demasiado ternas e voluptuosas para a solenidade dos serviços religiosos. As cerimónias religiosas eram espetáculos que combinavam música, incenso e luzes para comover profundamente as multidões de joelhos.

À mesa

Alimentos básicos das famílias comuns

As famílias comuns comiam tipicamente broa, sardinhas e sopas de vegetais, batatas e feijão. Carne e peixe eram escassos, tornando a sardinha um alimento básico para os pobres, muitas vezes esfregada no pão para dar sabor.

Na Europa1845–1852

A Grande Fome na Irlanda

Uma praga destruiu as batatas: um milhão de irlandeses morreram e outro milhão emigrou, muitos para a América.

Como se viajava

Perigos Surpreendentes em Viagens de Mula

Os viajantes montavam frequentemente mulas em albardas de carga sem estribos, rédeas ou freios, deixando os animais seguir os seus trilhos habituais por entre os pinheiros. Como os animais estavam treinados para reconhecer as tabernas, frequentemente galopavam ao avistá-las, forçando os passageiros a baixar-se para evitar bater com a cabeça nos umbrais das portas.